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sábado, 18 de agosto de 2007

DEPOIS DA VITÓRIA

Leitura bíblica: Salmo 131
1. SENHOR, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim.
2. De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança.
3. Ponha a sua esperança no SENHOR, ó Israel, desde agora e para sempre!

Espere no SENHOR. Seja forte! Coragem! Espere no SENHOR (Sl 27.14)

Certamente almejamos alcançar a vitória em vários aspectos de nossa vida. Com muito esforço e luta alcançamos várias conquistas. Mas, depois da vitória, nem sempre podemos dizer que estamos seguros e satisfeitos. Após uma conquista, muitas vezes somos tomados por um sentimento de vazio e de decepção. Podemos ficar até mais vulneráveis a derrotas.
O que gera esses problemas depois de uma vitória pode ser evitado. Primeiro, não criando uma expectativa exagerada sobre o valor das conquistas. O que ocorre com freqüência é que se cria uma expectativa muito grande ao se conseguir determinada coisa. Quando se consegue alcançá-la, no lugar da satisfação vem a decepção, pois se percebe que não foi como planejado e esperado. Como uma mulher que sonha com seu casamento durante muitos anos e depois que casa fica decepcionada, pois não era bem aquilo que ela esperava. Segundo, é preciso lembrar que, por mais que tenhamos alcançado o que esperávamos, não estaremos isentos de enfrentar novas batalhas. Algumas pessoas não conseguem lidar com a realização. Pensam que depois de conquistarem determinadas vitórias não será mais necessário lutar. Colocam como alvo para sua realização, por exemplo, a compra de uma casa. Depois percebem que ainda falta comprar um carro, terminar a faculdade e uma infinidade de coisas.
Estaremos isentos deste perigo se colocarmos nossa esperança em Deus. Melhor do que qualquer conquista é almejar as bênçãos do Senhor. É preciso deixar toda ganância e arrogância. Não viver buscando coisas grandes demais. Quem confia no Senhor é como uma criança que depois de alimentada fica calma e quieta nos braços de sua mãe. Quem vive atrás de coisas extraordinárias e fora do seu alcance pode até conquistar várias vitórias, mas nunca estará satisfeito. - HSG

Confiar no Senhor é vitória garantida.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Uma mensagem de fé

Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas... Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis -, levarem-te a dizer: - que dia! Lembra-te... Caía a tarde e a multidão ainda estava reunida na praia. Desde que o Sol surgira, Jesus atendera as incontáveis súplicas daqueles que o buscavam. Mãos e lágrimas roçavam-lhe o rosto e a túnica - antes tão limpa e alva - e agora, toda manchada de lamentos. Finalmente, chegara às margens do lago, vencendo a dor e as tristezas dos sofredores. Aqueles que O viram deixando atrás de si um rastro confortador de estrelas, perguntavam-se: - quem será este homem, a quem as dores obedecem? O céu acendia as cores da noite quando a barca de Pedro recolheu preciosa carga. Jamais Jesus mostrara na face sinais tão evidentes de cansaço. Acomodado sobre uma almofada de couro, Sua majestosa cabeça pendeu sobre o peito, como um girassol real despedindo-se ao poente. Seus lábios deixaram escapar um longo suspiro antes de adormecer. Seus amigos pescadores não ousaram perturbar-lhe o merecido sono, manejando remos com cuidado, auxiliados pelos sussurros de doce brisa.O lago de Genesaré assemelhava-se a gigantesco espelho de prata ao luar, tranqüilo e sereno como o Mestre adormecido. Faltava pouco para completar a travessia, quando tudo transformou-se. O tempo irou-se, sem aviso. Adensadas, as nuvens de gaze leve tornaram-se tenebrosa tempestade, e o lago esqueceu a calmaria, encrespando-se, açoitado pelo vento. Para a barca, vencer a tormenta era como lutar contra vigoroso e invencível Titã. Pedro usou toda a sua força e sabedoria nos remos, gritando ordens que se perdiam entre as gargalhadas dos trovões e dos relâmpagos. Os discípulos assustados correram a acordar Jesus que ainda dormia. - Mestre! - exclamaram em coro desesperado - pereceremos! Jesus, assim desperto, levantou-se prontamente, equilibrando o corpo cansado muito ereto, apesar da barca que por pouco não naufragava. Sua majestosa silhueta parecia estar envolta em misteriosa luz, quando ergueu os braços, ordenando à tempestade: - Calai-vos! E voltando-se para os amigos:- acalmai-vos! Homens, onde está a vossa fé? Os ventos emudeceram e o lago baixou suas ondas, aplacado por misterioso imperativo. Os discípulos olhavam-se, num misto de surpresa e alívio. Envergonhados, voltaram-se para os remos. No compasso ritmado avançava a barca, ao compasso do coração daqueles homens que se perguntavam: quem será este homem, a quem os ventos obedecem? Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas... Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis -, levarem-te a dizer: - que dia! Lembra-te...acorda a mensagem do Cristo adormecida em ti e... Acalma-te!

********************************* Postado por Márcia no blog Poemas-sol em 7:27 PM, Agosto 16, 2007

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

NÃO HÁ ESCASSEZ

Leitura bíblica: Romanos 5.1-11
1. Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo,
2. por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
3. Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança;
4. a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança.
5. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu.
6. De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios.
7. Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer.
8. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.
9. Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda, por meio dele, seremos salvos da ira de Deus.
10.Se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com ele mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido reconciliados, seremos salvos por sua vida.
11.Não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem recebemos agora a reconciliação.

E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu. (Rm 5.5)

Milhares de pessoas estão hoje sendo afetadas por crises - crise de energia, crise da água, crise de habitação, etc. Muito se tem feito, de uma ou outra maneira, para minimizar esses problemas. A conservação das fontes de energia e de água, por exemplo, é uma delas. Antigamente se contavam esses recursos como certos e permanentes. Pense como a sua escassez afeta a nossa vida e os nossos hábitos: todos nós necessitamos delas para o nosso dia-a-dia. Mas a falta desses elementos também pode servir para nos mostrar como precisamos da misericórdia de Deus e como ficaríamos se ela nos fosse negada.

Crises podem nos dar aquela percepção necessária e reanimadora de que o amor de Deus por nós nunca está em perigo de racionamento ou crise. Quando somos influenciados por esse amor, entendemos os sacrifícios necessários para conservação das fontes de energia e água, tão necessárias ao mundo. Da mesma maneira, sempre que nos lembramos do amor incomparável de Jesus que nos é mostrado por sua vida, seu ministério e sua morte e ressurreição, podemos entender os sacrifícios necessários para a divulgação do seu reino e do seu evangelho, tão necessários à nossa vida como a energia e a água. O supremo sacrifício de Jesus Cristo na cruz garante-nos que o amor de Deus nos é sempre oferecido abundantemente. Ele não precisa ser reabastecido nem redimensionado e nem é racionado pelas nossas ações.
Benditas sejam essas realidades, registradas pelo Espírito Santo na sua Palavra, por meio de servos fiéis e daqueles que nos transmitiram todos aqueles fatos, com apelos e desafios para estendê-los às gerações que se sucedem. Por quê? Porque "o amor (de Deus) jamais acaba" (1Co 13.8). Não há e nunca haverá racionamento no amor de Deus. - EOL

O amor de Deus é o único recurso que cresce quando é usado e distribuído.

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