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domingo, 2 de março de 2014

Somos todos iguais



Somos todos iguais.

Eu trabalho muito, me canso.
Eu como, durmo, sonho...
Vou a lugares que nunca vi _ acho até que nem existem _ mas que eu os conheço bem.
Eu ando, passeio, tropeço às vezes, às vezes xingo, solto pum, descanso.
Às veze eu rio.

Eu sou como todo mundo, por que não chorar?
Mas chorar não compensa.
Chorar reduz o tempo de vida.
E a vida é tão curta!

Mas às vezes eu choro.
Choro às escondidas, mas eu choro.
Eu passo as vistas no jornal, ouço notícia, vejo coisas... aí, eu choro.

Mas a gente deve sempre chorar às escondidas, pois o mundo não perdoa os fracos,
e chorar, dizem os loucos, é o maior sinal de fraqueza.
E o mundo, você sabe, pertence aos loucos.

Outro dia, um Senhor deu uma missão a um homem, seu filho, e o enviou para que salvasse o mundo, implantando na terra um reinado onde imperasse somente a paz e o amor. Nós O crucificamos. E o pior, no mundo, ele se sentira desamparado e traído pelo Pai que o enviara. Mas amou o mundo, o homem, e as coisas do mundo, e tomou para si as dores do mundo...
E o mundo se viciara em mortes, em guerras, e as guerras tornaram-se solução. E a paz e o amor tornaram-se utopia...
É por isso que eu rio quando choro, o mundo pertence aos loucos.

Mas o homem se cansou da terra,
Criou uma máquina e se mandou pra lua.
Mas achou a lua terra inóspita, então ela servirá apenas de estalagem para que possam ir mais além. Vão para marte, e depois, num alberguezinho bem ao lado de marte, planejarão a estratégia para ir, ir, ir... Para onde?
Do que fogem?
Será que temem o dia em que o filho dará as mãos ao Pai e Este veja as marcas da crucificação?

Quão tolos são os homens! Chegam à quase inocentes.
Mas no julgamento não há meio termo, ou se é réu ou se é vítima.
E todos nós somos iguais!...

Um momento, ouviu isso?
É a trombeta-do-juízo-final.
Agora todos nós ficaremos de joelhos, postados, de braços abertos como em crucificamento.
Talvez ainda dê tempo de pedir perdão.

Você tem coragem de chorar?

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Os costumes do Natal são cristãos?

CHEGOU a época do Natal. O que significa isso para você, para sua família e para seus conhecidos? Trata-se de um acontecimento espiritual ou é apenas uma época festiva e alegre? É uma ocasião para se refletir no nascimento de Jesus Cristo ou para não se preocupar com normas cristãs?

Ao considerar essas perguntas, lembre-se de que as tradições natalinas podem variar de lugar para lugar. Por exemplo, no México e em outros países latino-americanos, até mesmo o nome é diferente. Uma enciclopédia menciona que a palavra inglesa, Christmas, “deriva do medieval Christes Masse, a Missa de Cristo”. No entanto, La Navidad, ou a Natividade, como o Natal é chamado em alguns países latino-americanos, refere-se ao nascimento de Cristo. Tome uns instantes para considerar alguns pormenores do costume no México. Isso pode ajudá-lo a formar uma opinião sobre essa época festiva.

As posadas, os três reis magos e o nascimento

As festividades começam em 16 de dezembro com as posadas. O livro Mexico’s Feasts of Life (Banquetes da Vida do México) comenta: “É a época das posadas, nove dias mágicos que antecedem à Véspera do Natal, que comemora a perambulação solitária de José e de Maria na cidade de Belém, e o momento em que por fim encontraram bondade e abrigo. Famílias e amigos se reúnem cada noite para encenar os dias que precederam ao nascimento de Cristo.”

Tradicionalmente, um grupo de pessoas carrega imagens de Maria e de José até um lar e num cântico pede abrigo, ou posada. Os da casa cantam em resposta, até que por fim se permite aos visitantes entrar. Daí começa a festa, em que alguns — de olhos vendados e com um pau na mão — revezam-se em tentar quebrar a piñata, um grande vaso de barro, decorado, pendurado num barbante. Depois de quebrado o vaso, seu conteúdo (pequenas guloseimas, frutas e coisas assim) é apanhado pelos celebrantes. A isto se seguem comida, bebidas, música e dança. Atualmente, muitas vezes costuma-se omitir o canto e as imagens — só restando a festa. Realizam-se oito festas de posada entre 16 e 23 de dezembro. No dia 24, celebra-se a Nochebuena (véspera de Natal), e as famílias fazem empenho de se reunir para um jantar especial.

Depois vem o dia do Ano Novo, celebrado com festas muito barulhentas. Na noite de 5 de janeiro, os Tres Reis Magos (três reis magos) devem trazer brinquedos para as crianças. O clímax é uma festa em 6 de janeiro, quando se serve uma rosca de Reis (bolo em forma de anel). Ao comer esse bolo, alguém irá encontrar no seu pedaço um bonequinho, representando o menino Jesus. Quem o achar, terá a obrigação de organizar e patrocinar uma última festa em 2 de fevereiro. (Em alguns lugares, há três pequenos bonecos, representando os três reis magos.) Como pode ver, as celebrações relacionadas com o Natal não param.

Durante esse período, o nascimento (a cena da natividade) tem bastante destaque. O que está envolvido nisso? Em lugares públicos, bem como em igrejas e em lares, montam-se cenários com figuras (grandes ou pequenas) de cerâmica, madeira ou barro. Elas representam José e Maria ajoelhados diante duma manjedoura em que está um menino recém-nascido. Muitas vezes há também pastores e os Reis Magos (os reis magos). O cenário é um estábulo, e pode haver alguns animais para completar a cena. A figura central, porém, é a dum menino recém-nascido, chamado em espanhol de el Niño Dios (o Menino Deus). Essa figura principal pode ser colocada ali na Véspera do Natal.
Tirado do site: http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/2000920?q=natal&p=par

sábado, 24 de novembro de 2012

BALANÇO DA VIDA


Leitura bíblica: Romanos 12.1-3
1. Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.
2. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
3. Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.

Cada um examine os próprios atos (Gl 6.4)

Queremos chamar sua atenção para um fato importante: estamos no início do segundo semestre. O tempo passa rápido e logo logo estaremos ouvindo os votos de boas festas.
O início do segundo semestre é o melhor tempo para nos fazermos as seguintes perguntas: Tenho procurado falar mais e de modo mais íntimo com Deus? Meus hábitos negativos ainda comandam minhas escolhas e decisões? Minha comunhão com os irmãos obedece aos princípios de amor do Senhor Jesus Cristo? Minha comunicação revela que pertenço a Jesus? Se não revela, o que estou fazendo para mudar? Tenho dado afeto à minha família, pela qual sou responsável? Sou honesto nos meus negócios e trabalhos? A esperteza se tornou o motor das minhas ações? As minhas palavras e expressões têm dado ânimo e esperança às pessoas que me cercam? Tenho ouvido mais e imposto menos as minhas opiniões? Consegui no primeiro semestre do ano aprender algo que tenha mudado meu modo de pensar? Tenho confessado o meu pecado e me arrependido, tenho efetuado as mudanças que Jesus requer? Se o quadro de respostas for negativo, o princípio das mudanças está no arrependimento e na volta da submissão a Jesus. Essa mudança começa com a decisão de reconhecer a partir de hoje as virtudes cristãs como imperativas para sua vida. Ninguém pode mudar nada em sua vida se você não decidir fazê-lo. A garantia de que as mudanças para melhor são possíveis está na própria Palavra de Deus, que afirma: "Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em Ti confia" (Is 26.3). Se você ainda tem a disposição de efetuar neste ano mudanças para melhorar sua vida com Deus, com o Senhor Jesus e os irmãos, você ainda tem um semestre pela frente. O ano ainda pode ser altamente produtivo. Avive a perseverança, porque o Senhor está quase às portas. - MLN

As barreiras que impedem a perfeita vida com Deus são as do nosso próprio coração.






AMOR CRESCENTE

Leitura bíblica: Filipenses 1.9-11
9.     Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção,
10. para discernirem o que é melhor, a fim de serem puros e irrepreensíveis até o dia de Cristo,
11. cheios do fruto da justiça, fruto que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.

Que o amor de vocês aumente cada vez mais (Fp 1.9)

Todos nós gostamos de aumento: aumento de salário, aumento de lucros, aumento de bens e riquezas. Gostamos também de aumentar o nosso conhecimento, a sabedoria, de fazer cursos e especializar-nos em alguma área da vida. É bom, ainda, aumentar o círculo de amigos, relacionar-se com pessoas importantes, famosas, poderosas ...
Agora, no texto que lemos, observamos uma oração do apóstolo Paulo, e ali o velho apóstolo está pedindo a Deus que faça crescer o amor em nossas vidas. E aqui precisamos examinar as razões por que o apóstolo está fazendo essa oração. Observamos no texto o desencadear de uma série de fatores na vida do cristão: que o amor aumente em conhecimento e em toda percepção, que esse aumento do amor em conhecimento e percepção resulte em discernimento acerca do que é melhor. Havendo esse discernimento, ele deverá por sua vez desencadear uma pureza e integridade que perdure até o fim dos tempos, ou seja: "até o dia de Cristo" (v.10 b). E a pureza e integridade resultará numa vida cheia do fruto da justiça, que por fim desembocará na glorificação de Deus e em seu louvor.
Por isso, cabe a cada um de nós, como cristãos, examinar a nossa vida e observar se existe ou não o desencadeamento dessas virtudes: o aumento do amor e, como conseqüência, uma mudança nas nossas vidas em que os outros percebam a nossa pureza e integridade, havendo também frutos de justiça que glorifiquem e louvem a Deus. Se de fato pudermos observar tudo isso na nossa vida, podemos concluir que a oração do velho apóstolo em favor dos cristãos da cidade de Filipos está se cumprindo também em nossas vidas. - MM

O aumento do amor em nossas vidas deve sempre resultar em glórias e louvores a Deus.






O PROBLEMA DA REBELDIA

Leitura bíblica: Números 12.1-16
1.     Miriã e Arão começaram a criticar Moisés porque ele havia se casado com uma mulher etíope.
2.     “Será que o SENHOR tem falado apenas por meio de Moisés?”, perguntaram. “Também não tem ele falado por meio de nós?” E o SENHOR ouviu isso.
3.     Ora, Moisés era um homem muito paciente, mais do que qualquer outro que havia na terra.
4.     Imediatamente o SENHOR disse a Moisés, a Arão e a Miriã: “Dirijam-se à Tenda do Encontro, vocês três”. E os três foram para lá.
5.     Então o SENHOR desceu numa coluna de nuvem e, pondo-se à entrada da Tenda, chamou Arão e Miriã. Os dois vieram à frente,
6.     e Ele disse: “Ouçam as minhas palavras: Quando entre vocês há um profeta do SENHOR, a ele me revelo em visões, em sonhos falo com ele.
7.     Não é assim, porém, com meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa.
8.     Com ele falo face a face, claramente, e não por enigmas; e ele vê a forma do SENHOR. Por que não temeram criticar meu servo Moisés?”
9.     Então a ira do SENHOR acendeu-se contra eles, e Ele os deixou.
10. Quando a nuvem se afastou da Tenda, Miriã estava leprosa; sua aparência era como a da neve. Arão voltou-se para Miriã, viu que ela estava com lepra
11. e disse a Moisés: “Por favor, meu senhor, não nos castigue pelo pecado que tão tolamente cometemos.
12. Não permita que ela fique como um feto abortado que sai do ventre de sua mãe com a metade do corpo destruído”.
13. Então Moisés clamou ao SENHOR: “Ó Deus, por misericórdia, concede-lhe cura!”
14. O SENHOR respondeu a Moisés: “Se o pai dela lhe tivesse cuspido no rosto, não estaria ela envergonhada sete dias? Que fique isolada fora do acampamento sete dias; depois ela poderá ser trazida de volta”.
15. Então Miriã ficou isolada sete dias fora do acampamento, e o povo não partiu enquanto ela não foi trazida de volta.
16. Depois disso, partiram de Hazerote e acamparam no deserto de Parã.
 
Por que não temeram criticar meu servo Moisés? (Nm 12.8b)

Quem acompanha a trajetória da vida de Miriã, observa desde sua infância uma pessoa de uma inteligência sagaz e sensível. Ela teve um papel importantíssimo na preservação da vida do recém-nascido Moisés. Miriã foi a guardiã do bercinho flutuante onde estava o rechonchudo e sadio bebê Moisés. Quando a filha de Faraó descobre tratar-se de uma criança hebréia, Miriã aparece, sugerindo: "A senhora quer que eu vá chamar uma mulher dos hebreus para amamentar e criar o menino?" (Êx 2.7) Esta palavra, dita no momento certo, trouxe para o pequeno Moisés o carinho sem par de sua própria mãe, que o instruiu no patriotismo e no temor do Deus verdadeiro.
Mais tarde vemos Miriã conduzindo um coro de mulheres em um cântico triunfal após a passagem do Mar Vermelho. A Bíblia retrata Miriã como musicista, cantora e profetisa. Apesar de tudo isso, num momento de descuido espiritual, foi seduzida pelo inimigo a criticar o seu irmão Moisés, o líder a quem Deus escolhera.
Diante desse deslize recebeu o juízo de Deus, contraindo lepra e sendo obrigada a ficar pelo menos sete dias fora do acampamento de Israel.
Se há uma coisa que Deus abomina na vida de uma pessoa é a atitude de rebeldia e suas manifestações. Observe o que diz a Bíblia acerca da rebeldia: "A rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria" (1Sm 15.23a).
Que todos nós possamos aprender a respeitar as autoridades colocadas por Deus acima de nós. Deus, sendo a autoridade máxima, deseja que aprendamos a respeitar as autoridades e a obedecer-lhes, para que, na última instância, obedeçamos também ao próprio Deus. - MM

Rebelião resulta em rejeição por parte de Deus.


sábado, 31 de março de 2012

Fale de Jesus

Leitura bíblica: Atos 4.1-20
1.    Enquanto Pedro e João falavam ao povo, chegaram os sacerdotes, o capitão da guarda do templo e os saduceus.
2.    Eles estavam muito perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos.
3.    Agarraram Pedro e João e, como já estava anoitecendo, os colocaram na prisão até o dia seguinte.
4.    Mas muitos dos que tinham ouvido a mensagem creram, chegando o número dos homens que creram a perto de cinco mil.
5.    No dia seguinte, as autoridades, os líderes religiosos e os mestres da lei reuniram-se em Jerusalém.
6.    Estavam ali Anás, o sumo sacerdote, bem como Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da família do sumo sacerdote.
7.    Mandaram trazer Pedro e João diante deles e começaram a interrogá-los: “Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?”
8.    Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: “Autoridades e líderes do povo!
9.    Visto que hoje somos chamados para prestar contas de um ato de bondade em favor de um aleijado, sendo interrogados acerca de como ele foi curado,
10.saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores.
11.Este Jesus é “ ‘a pedra que vocês, construtores, rejeitaram, e que se tornou a pedra angular’.
12.Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos”.
13.Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.
14.E como podiam ver ali com eles o homem que fora curado, nada podiam dizer contra eles.
15.Assim, ordenaram que se retirassem do Sinédrio e começaram a discutir,
16.perguntando: “Que faremos com esses homens? Todos os que moram em Jerusalém sabem que eles realizaram um milagre notório que não podemos negar.
17.Todavia, para impedir que isso se espalhe ainda mais entre o povo, precisamos adverti-los de que não falem com mais ninguém sobre esse nome”.
18.Então, chamando-os novamente, ordenaram-lhes que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus.
19.Mas Pedro e João responderam: “Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus.
20.Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos”.
Não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos. (At 4.20)

"As vezes somos incapazes de responder às perguntas de alguém e pedimos um tempo para pensar; vamos estudar o assunto para dar uma resposta correta.
É claro que Jesus nunca precisou desse tempo; aos doze anos, conforme conta Lucas, ele já respondia aos doutores no templo. O apóstolo Pedro precisou de algum tempo para ser ousado assim. Neste texto podemos ver o que ele aprendeu em sua convivência com o Mestre: Ele conseguiu vencer sua timidez. Alguns cristãos têm medo de falar de Deus aos pais, às autoridades, às pessoas mais velhas em geral. Jesus não foi impedido por esse tipo de receio e aqui vemos Pedro respondendo com ousadia quando confrontado com a autoridade dos doutores da lei. Ele sentia segurança naquilo que dizia, pois estava "cheio do Espírito Santo", como diz o verso 8; os membros do Sinédrio queriam intimidar os apóstolos, mas Pedro agora era poderoso em suas palavras e sabia como responder a eles. Ele refletia a verdade de Deus com mansidão, mas com autoridade (v. 8-12), provocando a admiração dos líderes religiosos que reconheceram nas suas palavras e na sua ousadia que ele havia aprendido de Jesus. A calma e a firmeza com que respondeu às questões dos sacerdotes, ao contrário, provocaram medo neles; agora eram eles que estavam com receio dos apóstolos, ao reconhecerem a autoridade de sua resposta.
Em nossas conversas, se conhecermos bem aquilo sobre o que falamos, somos convincentes em nossas respostas. No entanto, quantas vezes somos tímidos para defender a nossa fé, as nossas convicções espirituais! Tememos mostrar aos outros que acreditamos na Palavra de Deus, que baseamos nossa fé naquilo que o Espírito Santo fez registrar na Bíblia. Como Pedro, é preciso dar lugar ao Espírito Santo e enfrentar o mundo e suas ciladas com a certeza de que Jesus é a resposta de que todos precisamos em nossas vidas. - EOL

Não tenha medo, fale de Jesus para os outros.

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